sexta-feira, 9 de março de 2012

Coaching: Uma direção para novos profissionais!

O Coaching é um processo que levará o recém-formado a enfrentar essa fase de indefinições com mais tranquilidade


  Todos os anos faculdades, universidades e instituições de ensino técnico, por todo país, formam milhares de novos profissionais, em diversas áreas. O que significa milhares de novos profissionais lançados no mercado de trabalho. Para uma grande maioria, encontrar um emprego compatível com a formação, os anseios financeiros e as projeções de carreira, não é tarefa fácil. A nova realidade, onde há mais procura do que oferta, assim como o fantasma do desemprego, são as primeiras dificuldades a se apresentar aos recém-formados.
   Essa incerteza quanto ao futuro profissional tem levado cada vez mais jovens a recorrerem um tipo de apoio, até pouco tempo procurado majoritariamente por executivos experientes, ou ainda por aqueles que buscam dar um upgrade em suas carreiras, que é o processo de Coaching. "Apoiar esse jovem a repensar suas prioridades, seus objetivos profissionais e pessoais. Tomar a consciência de suas qualidades e dos fatores que estão limitando seu acesso ao mercado, no direcionamento de suas metas, como também em torná-lo menos suscetível a sofrer com essas dificuldades iniciais, críticas e interferências familiares durante período de busca pelo primeiro emprego estão entre as características do processo de Coaching", é o que ressalta o presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, José Roberto Marques.
   O Coaching é um processo que levará o recém-formado a enfrentar essa fase de indefinições com mais tranquilidade. "No Coaching os novos profissionais encontram o apoio para melhor lidar com situações rotineiras para quem está começando", afirma José Roberto. Neste contexto, o coaching apoia a definir quais são as vagas que melhor se enquadram no perfil do jovem, qual o modelo adequado de currículo, como se portar durante o processo de seleção, entender a dinâmica do entrevistador, o que a organização busca em um candidato, que respostas querem ouvir e quais os comportamentos que reprimem e podem boicotar o candidato. Essas são algumas ferramentas de um processo de coaching voltado para as necessidades de um jovem recém-formado, e que facilita o melhor desempenho do profissional e uma incursão de sucesso no mercado.
   Em suma, o processo de coaching, assim como faz na vida de profissionais mais experientes, estimula através do autoconhecimento, que o recém-formado tenha definidos seus objetivos profissionais, e com isso, possa traçar suas metas, a curto, médio e longo prazo, e cumpri-las com sucesso. "O coaching amplia as chances de êxito, pois não busca as respostas fora e, sim dentro do contexto das ambições da própria pessoa, levando em conta o que ela sente, almeja e principalmente, sua disposição em transformar seus esforços em realizações permanentes", finaliza o presidente do IBC.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Trabalho novo? Confira 10 dicas que ajudarão a causar boa impressão aos colegas

O “friozinho na barriga” é comum para quem está iniciando em uma nova empresa. Afinal, é tudo novo: o espaço físico, o jeito da empresa atuar, o chefe e os colegas de trabalho.
Na ansiedade de causar uma boa impressão com os outros integrantes da equipe, o profissional pode agir de maneira inadequada e não ser bem visto logo na chegada. Pensando nisso, a consultoria americana CareerBliss elaborou dicas que podem ajudar.Confira abaixo dez dicas que podem ajudar no emprego novo:

Seja pontual: chegar atrasado e ficar passeando pelo escritório, sem saber o que fazer, causa impressão de que você se acha o dono da empresa. Procure chegar no horário e se informe das atividades. Quanto antes chegar, mais tempo você terá para conhecer as instalações da empresa e os colegas.

Escreva o nome dos colegas: nesta situação, é comum que as pessoas saibam o seu nome, mas você pode não lembrar do nome de quem senta ao lado. Uma dica é escrever alguma característica de quem for apresentado que possa ajudar a recordar. Mas cuidado com as anotações: elas não podem ser ofensivas.

Cuidado com as roupas: se a maneira de se vestir não foi tratada durante o processo de contratação com o departamento de RH (Recursos Humanos), não se desespere. Vá trabalhar como você fosse a uma entrevista de emprego, ou seja, use roupas formais. Ao começar a trabalhar, perceba como os outros estão vestidos. Esta é uma excelente tática.

Evite classificar os colegas: é natural do ser humano que, ao socializar, classifique as outras pessoas, já que algumas transmitem simpatia logo de cara, enquanto outras podem causar uma má impressão. Não julgue as pessoas de imediato. Procure conhecê-las, para depois tirar suas conclusões.

Seja modesto: pessoas que se gabam mais do que as outras são mal vistas. Contar vantagens sobre a carreira termina assim que você sai da entrevista de emprego. Procure impressionar os seus colegas trabalhando e não contando vantagem.

Sorria: ao sorrir, o profissional demonstra confiança e simpatia. Além disso, ao sorrir, é disfarçar o nervosismo ou desconforto dos primeiros dias de trabalho.

Não faça fofoca: você acabou de conhecer estas pessoas, por isso, mantenha conversar leves e casuais. Se o colega quiser contar algo sobre alguém, seja discreto e tente mudar de assunto o quanto antes.

Esteja atento: como funcionário novo, a sua obrigação é ficar atento o máximo possível para entender como é a cultura da empresa. Em algumas empresas, o profissional pode ter o costume de ouvir música ou trocar mensagens instâneas. Antes de fazer qualquer coisa que cause dúvida, observe ao redor.

Faça perguntas importantes: não há problema em perguntar sobre o que causar dúvidas, já que os sistemas e os processos são desconhecidos. Mas não abuse: é possível descobrir sozinho algumas atividades, sem incomodar o outro.

Seja sincero: mostre interesse verdadeiro em alguém ou no que está sendo explicado. Mas evite elogios em excesso, pois isso mostra falsidade.


Fonte: Portal da Administração

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Top 10 de livros de Marketing mais vendidos em 2011

Marketing 3.0 – as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano, de Philip Kotler, é o livro mais lido do ano de acordo com o levantamento do Mundo do Marketing

   Entra ano e sai ano, mudam as tendências, os cenários, os mercados e os consumidores, mas Philip Kotler continua como o principal formador de opinião em Marketing. O norte-americano é, pelo quarto ano consecutivo, o autor da obra mais vendida do segmento. Marketing 3.0 – as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano é o livro mais lido do ano de acordo com o Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing em 2011.
   Há, no entanto, uma novidade no levantamento realizado pelo Mundo do Marketing anualmente a partir dos relatórios de vendas das livrarias e e-commerce da Saraiva, Siciliano, Fnac, Submarino, Cultura e Laselva deste ano. Kotler continua soberano, mas não com o clássico Administração de Marketing, desta vez, o segundo livro mais vendido do ano. Esta é apenas a segunda das cinco obras de Kotler no Top 10 de 2011. As outras são Princípios de Marketing, em sétimo lugar, Marketing para o Século XXI, em oitavo, e Marketing de A a Z , em décimo.
   A lista deste ano mantém o número de cinco brasileiros entre os mais vendidos autores de Marketing. Quatro deles falam sobre o mercado digital. A Bíblia do Marketing Digital, de Cláudio Torres, está em terceiro lugar entre os livros mais vendidos no Brasil, seguido por A Revolução das Mídias Sociais, de André Telles, em quarto, Os 8 Ps do Marketing Digital, de Conrado Adolpho Vaz, em quinto, Marketing Na Era Digital, de Martha Gabriel, em sexto, e Gestão de Marketing e Comunicação, de Mitsuru Higuchi Yanaze, em nono.
   O Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing traz duas importantes mudanças em 2011. Pela primeira vez, o Mundo do Marketing considerou o resultado de vendas da Laselva, importante canal de compra entre executivos em viagens pelo Brasil. Outra alteração foi o número de obras analisadas para a formação do ranking. Ao contrário dos anos anteriores, em 2011, os 20 mais vendidos de cada livraria pontuaram para formar o ranking geral.
   O resultando do levantamento feito este ano deixa claro a busca dos profissionais para se prepararem diante das transformações do mercado. Se nos anos anteriores o livro mais vendido - Administração de Marketing - conseguia a primeira posição no ranking por ser o mais recomendado pelas faculdades e MBAs, Marketing 3.0 e todas as obras focadas no mercado digital dão a dimensão de que o mundo realmente mudou.
   Veja aqui o ranking completo de 2011:

Posição
Título
Autor
Editora
1º 
Marketing 3.0 - As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano 
Philip Kotler 
Campus Elsevier 
 2º
 Administração de Marketing 
Philip Kotler 
Pearson Education 
 3º
 A Bíblia do Marketing Digital 
 Cláudio Torres 
 Novatec 
 4º
 A Revolução das Mídias Sociais 
 André Telles 
 M. Books 
 5º
 Os 8 Ps do Marketing Digital - O Seu Guia Estratégico de Marketing Digital 
 Conrado Adolpho Vaz 
 Novatec 
 6º
 Marketing Na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias 
 Martha Gabriel 
 Novatec 
 7º
 Princípios de Marketing 
 Philip Kotler 
 Pearson 
 8º
 Marketing para o Século XXI - Como Criar , Conquistar e Dominar Mercados 
 Philip Kotler 
 Ediouro 
 9º
 Gestão de Marketing e Comunicação - Avanços e Aplicações 
 Mitsuru Higuchi Yanaze 
 Saraiva 
 10º
 Marketing de A a Z - 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Sabe 
 Philip Kotler 
Campus Elsevier 
 Fonte: Mundo do Marketing, com Saraiva, Siciliano, Fnac, Cultura, Submarino, Laselva 

Fonte: Bruno Mello, Mundo do Marketing / Portal da Administração
Disponível em: < http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/top-10-de-livros-de-marketing-mais-vendidos-em-2011/50690/ >

Gênios fracassados: por que pessoas talentosas não conseguem ter sucesso?

Como já dizia Peter Drucker, “inteligência, imaginação e conhecimento são recursos essenciais, mas somente a eficiência os converte em resultado”

   Auvers-sur-Oise, França, 27 de julho de 1890. Financeiramente desequilibrado, Vincent, irmão de Theodorus e paciente do doutor Gachet – conhecido psiquiatra da região, atira contra o próprio peito, em um campo de trigo, perto da casa onde mora. O disparo não é certeiro e ele acaba retornando ao próprio quarto, cambaleante, mas sem deixar ninguém na rua perceber o ocorrido. Vincent permanece recluso até o dia 29, quando é encontrado por alguns amigos. Mas já é tarde.
   O motivo exato do suicídio nunca ficou claro para as pessoas do pequeno povoado situado nas redondezas de Paris. Mas cogitou-se, na época, que o descontrole emocional de Vincent, intensificado pelo inconformismo com a situação financeira enfrentada por ele e o irmão, o tenha levado à atitude drástica. Vincent era pintor e Theodorus tentava vender seus quadros, mas os trabalhos não empolgavam ninguém a pagar muita coisa por eles.
   Hoje, mais de um século depois, poucos artistas são tão venerados no mundo quanto Vincent, que somente após a morte conseguiu sucesso e ficou conhecido por seu sobrenome: Van Gogh. Considerado um precursor da ligação entre tendências impressionistas e o modernismo, o pintor, que é de origem neerlandesa, influenciou diversas vanguardas que surgiram em diferentes países no início do século XX.
  
No limiar da Eternidade, quadro pintado por

Vincent Van Gogh pouco tempo antes de

cometer suicídio
Assim como Van Gogh, muitos outros profissionais, extremamente competentes na atividade em que são especialistas, não conseguem tirar proveito da própria genialidade. Por quê?
   O escritor norte-americano John C. Maxwell, que é especialista em treinamento de líderes e autor do livro "Talento não é tudo", afirma que essa capacidade pessoal "é algo muitas vezes superestimado e frequentemente mal entendido". Segundo ele, "quando as pessoas realizam grandes coisas, os outros muitas vezes explicam suas realizações atribuindo-as ao talento. Mas esta é uma maneira falsa e equivocada de encarar o sucesso".
   Maxwell ressalta em seu livro que o talento tem, sim, sua importância, e não pode ser desconsiderado. "Onde os Estados Unidos estariam se o país não tivesse sido formado por líderes talentosos?", afirma o escritor. No entanto, ele afirma que é preciso ir além, transformar competência em eficiência.

Já dizia Peter Drucker...
   

Peter Drucker
    O pai da administração moderna, Peter Drucker, dizia que "inteligência, imaginação e conhecimento são recursos essenciais, mas somente a eficiência os converte em resultado". Para o consultor Deni Belotti, o compromisso com os próprios projetos é fundamental, e não pode ser esquecido. Para ele, a regra básica é: persistência. Segundo Belotti, é preciso ter "visão, capacidade de sonhar grande e, é claro, uma grande dose de determinação".
   Já Elias Awad, palestrante corporativo e biógrafo de grandes executivos brasileiros – como Samuel Klein, da Casas Bahia – afirma que, no mercado de trabalho, a melhor maneira de transformar talento em sucesso é somando. "Em um mundo onde é inadmissível pensar em realizar algo sozinho, eu acrescento ao pensamento do mestre Peter Drucker que não basta apenas a sua convergência e o seu comprometimento, mas sim o da equipe", afirma Awad. O escritor complementa chamando atenção para a questão da autoconfiança. Segundo o escritor, é ela que "levará ao merecimento. Ou seja: eu me empenho, eu me aprimoro, eu estudo, eu leio... Portanto, mereço ser feliz e ter sucesso. Enquanto isso não estiver muito claro em nossas mentes, os problemas e adversidades, muitas vezes criados ou potencializados por nós mesmos, serão mais fortes que nossas capacitações e objetivos. Dizem que querer é poder... Então, antes de poder, você precisar querer", afirma Awad.

A importância das escolhas

   Na vida, nem sempre fica claro qual o melhor caminho para se chegar a um determinado objetivo. Na verdade, saber claramente qual objetivo perseguir não é uma tarefa muito fácil. As opções são muitas e uma coisa é importante ter em mente: nem sempre dá pra escolher todas. Por isso, grande parte do sucesso de um profissional, certamente, dependerá das decisões tomadas ao longo da carreira. Como fazer isso da maneira certa? "Saber escolher e decidir é fruto de exercício constante", afirma Elias Awad. Segundo o escritor, "quanto mais se praticam escolhas e decisões, certamente, mais apurado fica seu feeling". Awad chama atenção, no entanto, para o fato de a confiança excessiva na experiência adquirida ao longo da vida poder atrapalhar na hora de se tomar uma decisão. "Quanto mais apurado seu feeling, mais atento aos detalhes você deve estar, para não tomar decisões e assumir escolhas fundamentado apenas na autoconfiança", explica o escritor.
   Talvez Van Gogh tenha tomado decisões erradas, não tenha acreditado no próprio potencial nem conseguido gerir seu trabalho. Ou não. O gênio pode, simplesmente, ter sido um incompreendido. Mas, e você: tem conseguido transformar seu talento em sucesso? Afinal, como diz John C. Maxwell, "todos temos algo que podemos fazer bem".

Fonte: Simão Mairins,  O Portal da Administração

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

7 competências que o mercado busca nos profissionais

Quais são as características que um profissional precisa ter, além, é claro, daquelas específicas de cada ramo de atuação?

Victor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e projetos de RH e CEO da Thomas Brasil, empresa especializada em gestão de pessoas, listou sete talentos que as empresas buscam nos profissionais. Veja abaixo:
1. Autogerenciamento - É a capacidade de motivação, disciplina e auto-avaliação do indivíduo. Trata-se do profissional capaz de realizar projetos, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.
2. Comunicação múltipla - Segundo Martínez, o mundo é uma aldeia global, por isso, a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em inglês deve ser prioridade em determinadas áreas. "Há outras formas de comunicação que devem ser exploradas, como por exemplo, a informática, os blogs, a intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados."
3. Negociação - Reflita sobre sua capacidade de negociação e dê atenção especial às suas habilidades nesse campo. Apresente suas ideias de forma clara e convincente e argumente de forma positiva, franca e objetiva.
4. Adaptabilidade - "Mudança é uma das duas grandes certezas da vida", diz Martínez. Por isso o profissional do futuro deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.
5. Educação contínua - Novidades tecnológicas, descobertas, novos processos mais eficazes aparecem a cada momento. Por isso, é fundamental a busca continua por aprimoramento.
6. Domínio da tecnologia - Como já dizia Ayrton Senna, tecnologia faz diferença. Use e fomente a tecnologia de ponta sempre que possível ou quando houver necessidade. Para evoluir nesse quesito, decrete sua própria obsolescência e parta para patamares mais altos de tecnologia.
7. Foco nos resultados - São os resultados que interessam, mas lembre-se que a ética deve ser respeitada. Na busca pelos resultados, as pessoas também são avaliadas por suas ações. Vale refletir e analisar o que você busca e o que agregará valor em termos de custos/esforço. Concentre-se nisso.

Fonte: O Portal da Administração
Disponível em: <http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/7-competencias-que-o-mercado-busca-nos-profissionais/48821/ >

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Crescimento da economia brasileira valoriza a carreira de Administrador

A profissão de administrador, que completa 46 anos de sua regulamentação no Brasil, ainda é a mais procurada pelos jovens que buscam o ensino superior no país.
   O bom momento vivido pela economia brasileira e a demanda crescente por profissionais qualificados são promissores para muitas carreiras, especialmente para o administrador, que, com seu perfil generalista, pode atuar em diferentes áreas e contribuir de diversas formas para o crescimento das organizações. "De forma geral, o administrador está presente nas empresas que devem crescer por causa do bom momento econômico e da realização de grandes eventos esportivos no País. É o caso das organizações que atuam nas áreas de infraestrutura, construção civil, logística, energia, telecomunicações, tecnologia, óleo e gás, e eventos", destaca o presidente do Conselho Regional de Administração - CRA-SP, Walter Sigollo. "Todas elas precisam de bons administradores para competir no mercado interno e externo", complementa o administrador.
   A profissão, que completa nesta sexta, dia 9 de setembro, 46 anos da sua regulamentação no Brasil, continua sendo uma das mais procuradas pelos jovens que buscam o ensino superior. Segundo dados do Censo da Educação Superior de 2009, divulgado pelo MEC (Ministério da Educação), a Administração é o curso com mais inscritos no Brasil. São mais de 1.800 instituições de ensino superior que oferecem o curso, mais de 780 mil alunos matriculados, cerca de 120 mil formandos por ano, mais de 2.500 cursos de Administração e 680 mil vagas. Sigollo lembra que a carreira de administrador apresenta uma peculiaridade em relação às demais profissões: é dinâmica e constantemente agrega novos campos de atuação ao seu escopo, o que dá maior flexibilidade ao currículo e amplia o mercado de trabalho. Ele, porém, alerta para uma mudança no perfil do profissional. "O administrador precisa aprender a lidar com as questões relacionadas à sustentabilidade e aos princípios de governança corporativa. Da mesma forma, a maior valorização das pessoas nas empresas, pois hoje se sabe que elas podem ser o principal fator de diferenciação e inovação de uma organização, também obriga o administrador a se preocupar com a gestão de pessoas nas organizações."
   Para esse novo perfil, Sigollo recomenda duas posturas. A primeira é a de que o administrador busque, paralelamente ao conhecimento técnico, uma formação cultural mais abrangente e sólida que vai ajudá-lo a se transformar em um profissional com visão de futuro e afeito à inovação. A segunda é de que ele não deixe nunca de estudar, de buscar conhecimento, mesmo que de forma autodidata.

Por CRA/SP

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O novo rebaixamento dos EUA, este sim preocupante

   O rebaixamento da AAA para AA+ da S&P foi mais um Erronomics da longa série. Em vez de aumentar a taxa de juros, devido ao maior risco, segundo os economistas de risco país da S&P, a taxa de juros CAIU.
   Obama deve estar agradecendo a S&P "country risk", e os Republicanos, porque a S&P conseguiu o que Bernanke não consegue. Isto não é uma crise do Capitalismo, e sim de uma série de Erronomics que estamos apontando aqui há 20 anos.
   Este novo rebaixamento, agora para a nota C, este sim é preocupante. C significa "incapacidade de cumprir com o prometido, futuro muito incerto". Quem foi rebaixado foi o Prof. de Economia de Princeton Ben Bernanke, Presidente do FED. Para uma nota C, abaixo até do Tombini, Presidente do BC Brasileiro. Invistam no Brasil! Bernanke foi quem admitiu que a recessão de 1929 foi causada não por uma falha do Capitalismo, mas por uma falha dos economistas da época. Veja o seu mea culpa. Regarding the Great Depression. You're right, we did it. We're very sorry. But thanks to you, we won't do it again."[45]
   Você compraria um título de um governo cujo presidente merece um C? Mais preocupante é que ele não pode ser demitido, nem tem autocrítica necessária para pedir demissão. Vai se agarrar ao poder a todo custo. Nunca estudou o Princípio de Peter, para perceber que ele foi promovido para o seu nível de incompetência.
   Competente ele era, no seu cargo anterior, o de Professor.

Por Stephen Kanitz